Recicladora Urbana e a Fundação Ellen MacArthur

A Ellen MacArthur Foundation (EMF) foi constituída em 2010, com o objetivo de acelerar a transição para a Economia Circular. Desde sua criação, a organização sem fins lucrativos tornou-se uma liderança do pensamento global, inserindo a economia circular na agenda de tomadores de decisão no mundo dos negócios, governos e academia. O trabalho da organização se concentra em quatro áreas interconectadas: Educação; Empresas e governos; Insight e análises e Comunicação.

A oportunidade de € 1,8 trilhão revelada pelo recente relatório de pesquisa “Growth Within”, da Fundação, reafirma o racional econômico da transição para uma economia circular. Perceber e aproveitar os benefícios dessa transição sistêmica exige uma abordagem multissetorial, multidesempenho e multidisciplinar. Com sua atuação, a Fundação já surtiu impacto significativo em empresas (inclusive seus parceiros globais Cisco, Google, Kingfisher, Philips, Renault, Unilever e H&M), pela mídia internacional e por seu trabalho pioneiro em educação em parceria com algumas das mais renomadas universidades do mundo.

O CE100 internacional é uma plataforma de inovação e colaboração que reúne organizações que atuam no mercado global e têm o compromisso de aproveitar os mais recentes avanços internacionais da economia circular.

O CE100 Brasil se inspirou no bem sucedido formato do programa internacional e incorpora uma série de ferramentas de apoio, modelos e atividades para ajudar as organizações em cada etapa de sua jornada rumo à economia circular. A EMF garante interação constante entre o programa brasileiro e o internacional por meio de organizações embaixadoras, organizações visitantes do CE100 que, atuantes no Brasil. A Recicladora é membro da rede CE100 Brasil.

A atual economia linear - “extrair, transformar, descartar”

Uma economia circular é restaurativa e regenerativa por princípio, tem como objetivo manter e reaproveitar produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, distinguindo entre ciclos técnicos e biológicos. Este modelo busca dissociar o desenvolvimento econômico global do consumo de recursos finitos.

Responde a desafios relacionados a recursos para empresas e países e para gerar crescimento, criar empregos e reduzir os impactos ambientais, incluindo as emissões de carbono.

Cresce rapidamente a demanda por um novo modelo econômico, baseado em pensamento sistêmico, para um alinhamento favorável e sem precedentes entre fatores tecnológicos e sociais, que pode facilitar a transição para a economia circular.

Faça parte desta transformação e de uma nova economia: saiba mais acessando o site aqui.