Impacto do lixo eletrônico

Matéria do Jornal Nacional e o impacto do lixo eletrônico no meio ambiente

Durante o mês de novembro o Jornal Nacional destinou uma semana inteira para publicar uma série de reportagens sobre a questão do lixo eletroeletrônico e o impacto NEGATIVO no Meio Ambiente do Brasil.

Com o crescimento de equipamentos eletrônicos obsoletos devido a conectividade das pessoas, o descarte cresce a ritmo acelerado e descontrolado. A ONU (Organizações das Nações Unidas) estima que em 2017 o número deste lixo no planeta será de 48 milhões de toneladas o que equivale a 130 prédios como o Empire State Building, de Nova York. O Brasil só perde para os Estados Unidos na geração e descarte destes equipamentos.

As reportagens abordaram a problemática e responsabilidade sobre a destinação dos eletrônicos, empresas que já atuam oferecendo este tipo de serviço, questões ambientais e a exportação destes equipamentos para outros países ao invés de reciclar e transformar em receita para o país. Enfatiza a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/ 2010), efetivada em agosto de 2014. A PNRS prevê a implantação da Logística Reversa e que todos estão envolvidos no Ciclo de Vida do Produto, com o objetivo de regulamentar a destinação adequada dos resíduos eletrônicos, entre outros resíduos sólidos.

Participaram durante as reportagens a Dra. Tereza de Brito Carvalho - Coordenadora do Laboratório de Sustentabilidade (Lassu Usp/ Poli),e João Carlos Redondo - Diretor de Sustentabilidade da ABINEE.

A ampla abordagem veiculada pelo espaço midiático mais representativo do Brasil traz à tona a fragilidade e o impacto no meio ambiente, na sociedade e na saúde publica com o descarte inadequado, a necessidade do cumprimento da lei buscando a cooperação das iniciativas públicas e privadas em torno da necessidade imediata de tratar o descarte e o processamento do lixo eletrônico de forma responsável e ambientalmente adequada.